sábado, 28 de setembro de 2013

[Lotus Article] Adeus M13, adeus Innistrad: Parte 2

Hoje daremos continuidade em nossa despedida do bloco de Innistrad e M13, serão lembradas desta vez, as cores: azul e preto. 
Para quem não acompanhou a primeira parte de nossa despedida, confira aqui.

Como muitos devem estar tristes com a saída de Innistrad e M13 do Standard, eu decidi fazer esta retrospectiva do que foi e o que fica para nós, jogadores de um formato de rotações. Se mais delongas, vamos nos despedir do azul...

     

Com certeza, ninguém queria viver de Cancell, certo? Pois bem, Theros veio para tirar aquele medo dos sábios controladores do azul de não terem boas anulações. E nos presenteou com um ótimo anula, além de "cancelar" a mágica alvo, Dissolve nos dá uma bela vidência. Com certeza, um ótimo substituto para nosso antigo counter da curva 3. Lembrando que com a saída da habilidade Flashback, a necessidade de um exílio se tornou mínima e uma vidência poderá ser muito mais vantajosa.

     

Estamos nos despedindo de uma das maiores máquinas do main game para os decks American, UW e afins...
Augur of Bolas entrava cedo em campo, fazia um ótimo efeito e ainda nos dava um block sensacional, ele conseguia fazer vários blocks e dar o tempo necessário para travar o oponente.
Mas e aí? Ele vai embora, o que fica para substituí-lo?
Bom, existe uma carta... Seu efeito ETB (enter the battlefield) não é tão forte quanto o de nosso Augur of Bolas, mas é tão bom quanto e tem os mesmos CMC e poder / resistência.
Omenspeaker veio para tentar suprir a aposentadoria do Augur of Bolas, ele desempenha bem o seu papel, entra no turno 2, segura vários aggros no começo do jogo e ainda nos dá uma ótima Vidência 2! Nós só perderíamos de não colocar uma carta naquele momento em nossa mão, mas a vidência já ajudaria muito, visto que poderíamos escolher qualquer coisa para ficar no topo e não somente um feitiço ou mágica instantânea.

     

O Bant Hexproof com certeza perderá grandes aliadados, sejam suas criaturas (Geist of Saint Traft e Invisible Stalker) ou suas auras (Rancor e Spectral Flight). Mas convenhamos, Theros está tentando ao máximo poupar a vida destes decks que podem vir a morrer de vez ou pelo menos tentando uma salvação. Perderemos Spectral Flight, uma Aura fortíssima, além de nos conceder o bonus de +2 em poder e resistência, ela nos dá uma evasão fortíssima e tudo isso com um CMC 2. Parece até brincadeira, mas esta é uma aura completa, nos dá poder e evasão ao mesmo tempo. Mas enfim, nosso Bant Hexproof perde Rancor e Spectral Flight, as únicas Auras que nos davam uma boa evasão e com um custo de mana baixo (sem menosprezar o Unflinching Courage, afinal ele tem um custo um pouco alto se comparado com estas, mas é muito forte, não retiro seu mérito). Então, eis que surge uma Aura em Theros com CMC 1 e que nos dá  a melhor evasão de todas, não pode ser bloqueada! Isso mesmo, agora podemos transformar qualquer uma de nossas criaturas em Invisible Stalker e temos um bônus, avinham? Scry 1! Pois é, o bendito Scry ali para salvar nosso top deck. Atacou, Scry! Só pode ser bom. Mas mesmo com Aqueous Form, será que o Bant Hexproof se manterá vivo pós rotação?
Com certeza, isso só o tempo nos dirá...


Uma salva de palmas para Think Twice, confesso que esta é uma carta que ao cair na rotação, ficará sem opções para substituí-la...
Bom na verdade, até existem opções, duas no caso, mas cada uma destas duas, pecam em algo que Think Twice poderia resolver, então vamos as duas cartas:


   

Já conseguiram perceber as particularidades de cada uma e o que falta em cada para poder se equiparar ao Think Twice?
Humm, comprar cartas duas vezes?
Duhh... Obvio, mas não é neste ponto que quero chegar, prestem atenção...
Inaction Injunction tem o mesmo custo de Think Twice, nos da o draw e ainda tem outro efeito interessante para estarmos utilizando, assim como o Think Twice fazia. Ok, mas qual o problema? Simples, feitiço. Pois é, sendo feitiço, perdemos as manas em pé para possíveis anulações e blefes que só o azul é capaz de fazer. E acreditem, isso pode custar caro para nossa cor.
Beleza, e o Quicken, qual o defeito? Afinal, ele é uma mágica instantânea, certo?
Pois é, ele é uma mágica instantânea e nos dá o draw que precisamos, mas seu efeito bônus parece meio fraco para a cor azul. Geralmente, decks focados no azul, sejam UW, UWR, o que for, acabam por utilizar em sua maioria, somente mágicas instantâneas e algumas vezes aparecem feitiços na lista. Então quais os pontos positivos de Quicken?
Simples, com Quicken no deck, é possível utilizar feitiços, como Inaction Injunction e surpreender nossos oponentes. Mas mesmo depois de toda esta dissertação, Think Twice continua insubstituível e venho a lançar um desafio ao leitor:
Que carta substituiria Think Twice após a rotação no Standard?
A resposta mais criativa receberá uma carta Grisly Salvage com sua arte alterada pela equipe da Blacker Lotus. Basta comentar logo abaixo da postagem e pronto, é só ser criativo e ganhar!

     

Um dos fatores que derrubará o deck The Aristocrats com certeza, é a queda do Blood Artist do Standard, temos até outras criaturas para tentar suprir a falta da Falkerath Aristocrat, mas para o Blood Artist é praticamente impossível. Não temos nada que desencadeia causando dano quando as criaturas morrem neste Standard, depois da rotação. Logo, teremos que abortar a linha de raciocínio que o The Aristocrats seguia. Então para não ficarmos na mão, eu fucei muito as edições até achar uma carta que tivesse um efeito semelhante ao do Blood Artist e mais um vez, Theros nos deu a luz! Tormented Hero veio para nos compensar. Uma habilidade praticamente igual a do Blood Artist, mas tem necessidades diferentes para poder ativá-la. Enquanto o Blood Artist precisava de criaturas morrendo para ativar suas habilidades, Tormented Hero precisa ser alvo de uma mágica do seu próprio controlador. Habilidades similares e distintas ao mesmo tempo. Por mais que a temática mude, a carta Tormented Hero tem seu valor e pode vir a se destacar em algum possível arquétipo novo do Standard, vamos esperar e ver se ele conseguirá chegar aos pés do que um dia o Blood Artist foi.



     


Perdemos Unburial Rites? Sim, mas não perdemos a essência do Reanimator! Rescue from the Underworld veio para nos provar que ainda é possível reanimar criaturas mortas no Standard. Tá certo que ele só nos trará a criatura de volta na nossa próxima manutenção e ainda tem um custo restritivo, mas com ela, a chama do reanimate ainda pode ser reacendida. E o seu custo restritivo pode nem ser tão restritivo assim, usando ele em uma criatura com habilidade ETB (enter the battlefield), como já citei na parte 1 de nossa despedida, ele acaba sendo um pseudo blink unido a um reanimate e isso só pode ser bom!


Vou citar a Liliana of theVeil, apenas pela saudade que ela nos deixará, porque nenhum outro planinauta vai substituí-la com sua saída do Standard. Aqui é outra carta que eu abro para os leitores tentarem arrisca uma possível substituto. Mas desta vez, sempre premiação, apenas pela diversão.
Mas é algo difícil, descartar cartas e ainda fazer remoções em uma única carta, é algo que fará muita falta no Standard.
Mas... beleza, vamos tentar um planinauta na mesma curva que ela?


Ahhh Ashiok, ela não descarta cartas da mão, mas consegue "exilar" cartas do top deck do oponente. E de brinde, podemos conjurar as criaturas que forem exiladas desta forma. Só pode ser bom! Custo de mana convertido e lealdade idênticas aos da Liliana of the Veil, seria esta uma mera coincidência?
Enfim, são cartas um tanto quanto distintas, mas Ashiok pode vir a desempenhar um papel interessante no novo Standard, conseguindo roubar várias criaturas dos oponentes alheios.

     

Com o reinado da temática monocolorida de Theros, chega a ser fatídico a perda de Geralf's Messenger. E com certeza, uma das criaturas com efeito ETB (enter ther battlefiled) mais fortes do bloco de Innistrad e somado ao seu Imortal, tornou esta carta poderosíssima.
Não temos nada com um efeito similar ou tão forte quanto, mas tem uma carta com efeito ETB que vem aparecendo no Standard...
Lifebane Zombie tem o mesmo CMC de nosso Geralf's Messenger e poder e resistência similar, peca em não ter Imortal, mas tem uma fortíssima evasão e sua ótima habilidade ETB. Com a alta dos Junds e Nayas, ele passou a ser um hate fortíssimo no Standard, agora com a saída de Theros e M14, com cartas como: Archangel of Thune, Scavenging Ooze, Fleecemane Lion, Xenagos, Deuses e companhia; Esta pode ser a chance que falta para nosso Lifebane Zombie brilhar no formato Standard.

     

Com certeza, perdemos nosso melhor removal drop 1 do formato. Teremos que lidar com remoções fracas no main game, como Shock. E isso vai ser meio triste, pois antes, com apenas 1 mana preta, podíamos causar um grande estrago até mesmo no late game com Tragic Slip. Ela tinha uma restrição, mas que facilmente era atingida. Uma das cartas do ciclo de rates que saiu em Theros, me chamou a atenção e me lembrou vagamente de Tragic Slip, Dark Betrayal só funciona em criaturas pretas, mas tem um custo idêntico ao da Tragic Slip e ainda é uma Mágica Instantânea. Nunca será o que foi Tragic Slip, mas eu imagino sideboards recheados com esta carta no atual Standard.

Esta foi mais uma das despedidas do bloco de Innistrad e M13, espero que tenham se divertido e não, chorado com estas despedida e logo mais traremos a parte final desta.
Só lembrando que hoje já não temos mais o bloco de Innistrad e M13 entre nós. Descansem em paz.
E deixe seu comentário aqui embaixo, qual carta substitui a queda de Think Twice, a melhor reposta, receberá uma carta Grisly Salvage com sua arte alterada pela equipe da Blacker Lotus.
__________________________________________________________________
Henrique Amaral 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

[Lotus Article] It's Time To... Lands, Lands Everywhere

Boas pessoal, nesta edição do "It's Time to..." venho falar de um tipo de carta, que independentemente do formato, cor ou estilo, o deck precisará ter: Terrenos.

Existem muitos tipos de terrenos, desde básicos a shock, passando por fetch ou pain lands e todos vão ser abordados numa serie de artigos que me proponho a fazer. Neste primeiro artigo vou abordar as Basic Lands, as Old Dual Lands e as CheckLands.
Começado pelo básico, começarei com as basic lands...

Terrenos Básicos 
Como o nome indica, terrenos básicos são a base do deck, com a particularidade de permitir a existência de um numero qualquer destes terrenos nos decks, não estando limitado ao tradicional limite de 4 copias.


Existem terrenos basicos com diferentes frames, a tradicional Old (anteriores a Oitava Edição) e a Modern, que vieram a partir da Oitava Edição.

Mas existem ainda, as de Unhinged:


Ou de Unglued:



e ainda, as Full Arts de Zendikar:



Independentemente de seu frame, todas são Tipo: Terreno, Supertipo: Básico, Subtipo: Planície, Ilha, Pântano, Montanha ou Floresta para Branco, Azul, Preto, Vermelho ou Verde respectivamente. O nome da carta é sempre igual ao seu tipo. 
E estão são os terrenos básicos, agora vamos abordar as... 

Old Duals Lands
As Old Duals são 10 terrenos que saíram em Alpha (devido a um erro interno, Volcanic Island não foi impressa em Alpha), Beta e Revised.Elas tinham o Tipo Land, e 2 Sub-tipos, fazendo um ciclo das dez combinações possíveis.


Estas Old duals são muito apreciadas porque geram 2 cores, são dos dois tipos e não possuem qualquer drawback.
E para fechar o artigo de hoje vamos abordar as...


Check Lands
As Checklands são um ciclo que veio em M10, re-editado mais 3 anos, e completo em Innistrad.



Este ciclo raro e sem subtipo, entra em campo virado a menos que o seu controlador tenha em campo um terreno com o subtipo que a checkland necessita (geralmente uma de suas duas cores).

E este foi o artigo de hoje, no próximo "It's Time To...", vou abordar as Fetch Lands e as Man Lands.

Joguem muito e boas vindas a Theros.
__________________________________________________________________
Fred Vieira

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

[Lotus Report] Theros Prerelease

Olá leitores,
Hoje venho fazer um repor sobre o prerelease de Theros que joguei domingo, dia 22 de setembro na Porto Livre, Paranavaí-PR.
Lembro que quase não dormi para jogar este prerelease, então a concentração seria um desafio desta vez. Cheguei em casa no domingo as 6 horas da manhã, dormi e acordei as 7 e meia da manhã para me preparar e pegar estrada para jogar. Depois de um café da manhã rápido e um breve sono de 1 hora e meia, partimos para a estrada. Eu, Vinicius e Natalie chegamos em Paranavaí-PR, na Porto Livre as 9 e 30 da manhã, cumprimentamos a galera a partimos para abrir e listar nosso packs.

Tinha desde o começo em minha mente, que minha cor seria o vermelho, era uma cor muito forte para o prerelease, ela e o verde, eram minhas preferidas, devido as qualidades de suas cartas nesta cor para um selado.
Então meu amigo Vinicius K. lá de Paranavaí escolheu um pack vermelho especialmente para mim, mas esnobando ele na lata (hehe), escolhi outro pack (e ainda bem!).
Na hora de abrir os boosters, sucesso nas raras, um Anax and Cymede logo no pack da cor. Continuei com os boosters, outro Anax and Cymede (wtf?), um Xenagos, um Bow of Nylea e ainda vieram dois brindes que decidi não utilizar em meu deck: Nykthos, Shrine to Nyx e Celestial Archon.
Não utilizei o Nyktos, pois sua ativação seria muito alta e a chance de lucrar pelo menos 1 mana com sua habilidade era baixíssima. E como meu branco só tiveram 3 criaturas (excluindo os 2 Anax e o Celestial Archon), decidi partir para o verde e aproveitar o Bow of Nylea e Xenagos. Mas e nosso dois Anax? Simples, splash para o branco. As duas cópias de Unknown Shores me ajudaram e muito a decidir utilizar três cores e deram muito certo no decorrer do jogo. Eu senti falta em M14 de um land comum que tivesse um efeito fixer de mana como este e em Theros me senti feliz com ele. Logo, acabei jogando com minha combinação favorita de cores, Naya. Além dos dois Anax, decidi utilizar mais duas cartas brancas relevantes:
  • Gods Willing, uma carta com muita sinergia com Anax, além de ser uma ótima forma de evasão e proteção. Nem vou falar do brinde da vidência, que é estúpido para esta carta de CMC 1. Utilizei uma cópia desta em meu deck, a única que abri nos boosters.
  • Divine Verdict, outra carta muito forte, com uma edição de poucas remoções, não poderia desperdiçar esta oportunidade única. Então rodei com uma cópia desta, a única que tirei nos boosters.
Vieram ainda cartas interessantes, eu tinha 5 criaturas na curva 2, umas 5 na curva 3, 1 na curva 4 e 3 criaturas na curva 5.
Consegui bons pumps e até mesmo Feral Invocation, a aura surpresa da edição.
Com isso, minha estratégia era simples, ganhar na velocidade, fazer muitas criaturas rápidas e finalizar o oponente antes de suas bombas, se isto falhasse, ainda teria minhas bombas para dar conta da pouca vida restante de meus oponentes.
A carta que mais brilhou em meu deck, foi Anax and Cymede, segui então uma estratégia em torno dele, várias mágicas para ativar sua habilidade e vencer atropelando meus oponente com criaturas rápidas. Consegui duas cópias de Messenger's Speed, extremamente sinérgico com Anax and Cymede, podendo entrar com Anax já atacando e fazendo a festa.
Tirei ainda duas cópias de Satyr Hedonist, uma ótima carta, fazer um Xenagos no terceiro turno, não tem preço.

Sem mais delongas, vamos aos jogos:

Jogo 1: Natalie
Pois é, já no primeiro jogo pegar uma das pessoas que viajou comigo para jogar é mancada, mas jogamos, ela estava de RG também e sem splash para nada.
O jogo foi bem simples, foi bem mirror, o jogo 1 foi dominado por criaturas de CMC 2 e 3 se matando, até que meu Anax and Cymede entrou em campo e fez a diferença na partida, eu conquistei 1x0 graças a ele juntamente com meu Bow of Nylea, afinal, depois dos marcadores, nada dela poderia matar minha criatura com iniciativa e vigilância.
Segundo jogo ela não abriu muitas criaturas e eu abri de Satyr Hedonist no segundo turno e Xenagos no turno 3. Foram várias tokens e ainda utilizei seu ultimate, revelando apenas umas criatura e ganhando o jogo.
Resultado: 2x0.

Jogo 2: Vinicius Bertussi
Parece brincadeira, jogar contra meus dois parceiros, mas foi verdade.
Vinicius montou um BG, que estava muito forte. E fomos a luta. No jogo 1 mulliguei e abri uma mão lenta e duvidosa, perdi rapidamente para suas criaturas.
No jogo 2, abri muito rápido e fiz minhas bombas: Xenagos, Bow of Nylea e Nessian Asp. A vitória foi fácil.
No terceiro jogo, abri muito rápido denovo, com dois Anax, mas ele estava mais forte ainda, deu conta de destruir boa parte de minhas criaturas e fez 3 bombas enormes em campo. Ele tinha apenas 4 pontos de vida e eu tinha um Anax e um Satyr Hedonist. Ainda tinha meus 20 pontos de vida. Ele tentou um ataque com todas as suas criaturas, causando 17 pontos de dano, percebendo em seguida seu erro, acabou me concedendo a vitória.
Resultado: 2x1

Jogo 3: Rafael Batalha
Grande amigo de Paranavái-PR, sempre acabamos nos enfrentando em qualquer evento da Porto Livre.
Ele jogou de RW, mulliguei e parti pro jogo, ele fez muito mais bichos que eu e ainda queimou meu Xenagos com o novo Incinarate combinado com um ataque feroz, foram-se assim seus 6 marcadores (triste). 0x1 para ele.
No game 1 , vi que ele usou uma Gods Willing, então era motivo para ficar esperto nos removals. Ele saiu com uma criatura apenas e eu com umas 3, sua criatura era uma criatura encantamento 2/2 e ele ainda anexou duas auras nesta.
Eu comprei uma Destructive Revelry e ele tinha suas manas brancas tapadas, mas lembra daquela 1 hora e meia de sono? Pois é, eu esqueci da cartinha especial dele que dá proteção e decidi utilizar no turno dele minha Destructive Revelry ao invés de usar no meu turno com suas manas brancas tapadas. E deu certo, pra ele, levei um Gods Willing na testa. Por sorte, comprei um Divine Verdict e consegui remover sua única criatura e vencer a partida. 1x1
Partimos para a partida decisiva e esta foi muito equilibrada, até minhas bombas caírem na mesa, ele ainda fez um Purphoros God of the Forge, mas não surtiu efeito, pois eu tinha algumas remoções na mão. Atacando com calma com minhas bombas, consegui a vitória. Resultado: 2x1.

Jogo 4: Monoblack
Era uma edição de decks monocoloridos certo? E esta guria era a única jogando com um deck monocolorido. Mas não pense que faltou qualidade em suas mágicas, pelo contrário, este foi o deck mais forte que enfrentei lá.
Na primeira partida abri devagar, fazendo algumas criaturas e ela fez uma mana por turno e foi removendo minhas criaturas. No turno 7, desceu um Abhorrent Overlord com devoção de 7. Resultado: derrota na certa, 0x1. Quantos números 7, seria o número 7 o número da sorte dela? Enfim...
Segundo jogo, vomitei criaturas e pumps, ganhando lá pelo quinto turno, sem ela ter tempo de anotar a placa.
No terceiro jogo, vim com uma mão similar a do primeiro jogo e percebi que seria GG novamente, mas minha sorte reinou novamente, ela lockou no terceiro land e fez apenas algumas criaturas insignificantes para a partida. Quando a quarta land veio, era tarde demais. Resultado: 2x1.

Jogo 5: RG
Aqui já tinha garantido minha vaga no top 8, então decidi usar este jogo para testes de algumas cartas duvidosas que tinha tirado e decidir os melhores pumps do deck.
O oponente jogou devagar no primero jogo e meu Xenagos atropelou ele com infinitas fichas.
No jogo dois, ele zicou no land 2 e perdeu rápido.
Resultado: 2x0

Com um 5x0, segui em primeiro para o corte do top 8.

Top 8: Rodolfo
Outro grande amigo de Paranavaí, que sempre acaba me enfrentando. Então fomos a partida.
Eu não lembro ao certo a cor utilizada por ele, mas ele jogou com um deck aggro.
Foram duas partidas tranquilas, a primeira foi equilibrada e acabei conseguindo a vitória graças a meu Anax, que entrou com Messenger's Speed, pumpando ele mesmo e outras 3 crituras, causando mais de 15 pontos de dano e um único turno.
Na segunda partida, ele zicou nos lands e não conseguiu fazer algo relevante...
Resultado: 2x0

Top4: Vinicius Bertussi
Mais uma vez eu me encontro com o Vinicius, desta vez meu deck foi mais generoso. Na primeira partida, fiz um Bow of Nylea e ele o destruiu, fazendo sem seguinda um Bow of Nylea também, mas consegui contornar suas criaturas. Ele destruiu meu Anax, mas tinha outro na mão que ele não deu conta, encantei ele com Feral Invocation, o que fez com que meu Anax removesse uma criatura dele por turno, demorou, mas limpei o campo dele e garanti minha primeira vitória.
No segundo jogo, ele zicou na mana verde, comprou apenas uma floresta, o que facilitou o jogo pra mim, ele ficou travado com um Bow of Nylea e suas bombas que precisava de duas manas verdes para serem conjuradas na mão.

Resultado: 2x0

Seguindo com um 7x0 perfeito e com muito cansaço, decidi splitar a final e ir pra casa feliz e com uma ótima premiação.

Props:
Um bom almoço.
A sorte continua do meu lado nos selados.
Bons amigos e bons jogos.
Boas cartas na premiação.
Consegui a única carta de Theros que precisava para meu Naya Standard: Xenagos!

E que venha...
Este foi meu primeiro report sobre algum torneio, espero que tenham curtido. Se sentiram que faltou algo, avisem que estarei complementando este e  trabalhando para fazer melhor da próxima vez.
__________________________________________________________________
Henrique Amaral